Dor no peito: O que pode ser e o que fazer!

A dor no peito nem sempre é sintoma de angina ou infarto, podendo estar relacionada com problemas respiratórios, excesso de gases, crises de ansiedade ou fadiga muscular, por exemplo.

A dor no peito costuma ser preocupante quando é muito intensa, quando piora ao realizar esforços ou quando vem acompanhada de falta de ar, enjoo ou suores frios. Assim, o mais importante é observar quando a dor surge, qual o seu tipo e se está acompanhada por outros sintomas. Entenda como diferenciar o infarto de outros tipos de dor.

Como existem muitas possibilidades para uma dor no peito, é importante ir ao hospital sempre que a dor durar mais que 20 minutos para diminuir ou quando piora ao longo do tempo, especialmente quando surgem outros sintomas como tonturas, sudorese fria, dificuldade para respirar, formigamento nos braços ou dor de cabeça intensa.

Listamos aqui, as diferenças entre as principais causas de dor no peito, para que seja mais fácil identificar e saber o que fazer em cada situação:

Causas de dor no peito:

Existem diversas causas possíveis para a dor no peito. Ela também pode estar diretamente relacionada a alguns órgãos. Confira:

Causas ligadas ao coração:

  • Infarto
  • Angina
  • Dissecção aórtica
  • Pericardite.

Causas ligadas ao trato digestivo:

  • Azia ou doença do refluxo gastroesofágico
  • Espasmo no esôfago
  • Doenças no esôfago, que dificultam a deglutição
  • Vesícula biliar e problemas com o pâncreas
  • Úlceras ou gastrite.

Causas ligadas aos músculos e ossos:

  • Síndrome costosternal
  • Dor muscular
  • Costelas lesionadas.

Causas ligadas ao pulmão:

  • Embolia pulmonar
  • Pleurisia
  • Pneumotórax (colapso do pulmão por entrada de ar entre ele e as costelas)
  • Hipertensão pulmonar.

Dor no peito também pode estar relacionada a outros problemas, como:

  • Ataque de pânico
  • Herpes-zóster.

Medicamentos para dor no peito:

A dor no peito pode ter diversas causas, de modo que o tratamento varia de acordo com o diagnóstico estabelecido pelo médico. Por isso, somente um especialista capacitado pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Os remédios mais comuns no tratamento de dores no peito são:

  1. Dipirona
  2. Ares.

Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Em caso de dor cardíaca, os medicamentos só devem ser utilizados como preparação para um exame diagnóstico (que precisa afastar o risco de infarto) ou depois da angioplastia ou do infarto (para evitar novos eventos). Estes são muitos, geralmente AAS, beta bloqueadores, anti hipertensivos e dilatadores dos vasos sanguíneos.

Esfoliação capilar caseira – Faça seu cabelo crescer hoje!

Quer aprender uma esfoliação capilar caseira para acelera o crescimento do cabelo? Então anote a nossa dica e passe a ter um resultado incrível com esta receita simples, porém muito poderosa para quem deseja acelera o crescimento do cabelo.

Além do mais, a esfoliação caseira para o crescimento do cabelo oferecerá uma série de benefícios, por isso, se trata de uma etapa importante de cuidados capilares que você não pode deixar de fazer.

Este tipo de procedimento funciona para estimular o nascimento dos fios porque aumenta a circulação sanguínea no couro cabeludo e, assim, os folículos pilosos responsáveis pela produção dos fios volta a trabalhar e produzem muito mais.

Mulheres que desejam ter os cabelos longos precisam investir neste tipo de tratamento, utilizando a esfoliação como uma aliada nesse processo de estimulação na região, conseguindo ainda outros benefícios interessantes como a remoção da oleosidade.

Não é tão comum encontrarmos produtos baratos próprios para a esfoliação capilar, pois geralmente são marcas de uso profissional que comercializam este tipo de produto. Mas não precisa investir muito dinheiro nesses produtos, porque agora você vai aprender a fazer a esfoliação caseira com ingredientes simples e bem econômicos.

Eles irão agir para promover a limpeza no seu couro cabeludo, estimular a circulação sanguínea e ainda hidratar a região. Para fazer esta receita de esfoliação caseira para o crescimento do cabelo, vamos usar como ingrediente principal o pó de café.

Para quem deseja acelerar o crescimento dos cabelos o café é o melhor elemento, pois a café é um estimulante natural e ficará responsável por aumentar a circulação de sangue no couro cabeludo.

Também vamos utilizar o açúcar que será o elemento esfoliante e, por ser totalmente natural, não trará prejuízos ao seu couro cabeludo. Pelo contrário, ele irá remover todas as impurezas, fazendo uma limpeza profunda.

Para esta mistura, ainda vamos precisar de um óleo vegetal que pode ser óleo de rícino, óleo de coco, oléo de semente de uva ou azeite extra virgem. Além de ajudar a aplicar o café e o açúcar, o óleo ajudará na hidratação da região e também dos cabelos. Confira no Up Saúde como fazer uma esfoliação capilar caseira.

Como fazer esfoliação capilar caseira:

Para preparar o esfoliação capilar caseira, você vai precisar dos seguintes ingredientes:

Ingredientes:

  • 3 colheres de sopa de óleo vegetal
  • 1/2 colher de sopa de açúcar
  • 1/2 colher de sopa de pó de café

Modo de preparo:

  • Misture todos os ingredientes em um recipiente.
  • Com os cabelos sujos e secos, aplique a mistura diretamente no couro cabeludo fazendo massagens circulares com as pontas dos dedos.
  • A massagens fará com que o sangue circule no couro cabeludo, além de ativar os ingredientes e fazê-los depositar os benefícios.
  • Deixe agir por 30 minutos e então lave os cabelos, removendo todo o produtos com o enxágue e então lavando com shampoo e condicionador.

Doenças que afetam mais as mulheres

Existem 5 doenças que afetam mais as mulheres que os homens e as causas desse fenômeno são as mais variadas. Apesar de viverem mais tempo, em média sete anos a mais que os homens, as mulheres são mais suscetíveis a certas enfermidades seja por causa de fatores genéticos, seja por fatores externos como a dupla jornada.

Conheça agora cinco doenças que afetam mais as mulheres e saiba o porquê elas acometem mais as pessoas do sexo feminino que as do masculino.

Doenças que afetam mais as mulheres:

1. Fibromialgia:

Caracterizada por ser uma síndrome que causa dores nas articulações, músculos e tendões por longos períodos de tempo, a fibromialgia afeta sete vezes mais mulheres que homens.

As causas dessa síndrome ainda estão sendo estudadas, mas acredita-se que as pessoas que sofrem da doença têm alterações do sistema nervoso central que as fazem ser mais sensíveis à dor. No entanto, ainda não existem dados científicos suficientes para explicar porque as mulheres são mais afetadas que os homens.

2. Câncer de mama:

Muito se engana quem acha que o câncer de mama é uma doença exclusiva das mulheres. Ela também pode afetar homens, mas isso ocorre em número tão mais baixo, que chega a ser considerado raro o aparecimento desse tipo de câncer na população masculina.

Uma das principais causas da doença é a hereditariedade, mas questões hormonais também são apontados como fator de risco para o desenvolvimento do câncer de mama e isso seria uma das possíveis explicações para que a doença afete mais mulheres.

3. Enxaqueca:

Essa doença atinge três vezes mais mulheres do que homens e não tem sua causa completamente apurada pela ciência. Acredita-se que a enxaqueca esteja relacionada a um desequilíbrio nos neurotransmissores responsáveis pela sensação de dor e essa desarmonia seria mais comum na população feminina.

4. Infecção urinária:

A infeção urinária é mais comum no sexo feminino e isso deve-se ao facto de a uretra feminina ser mais pequena, pelo que as bactérias chegam com mais facilidade à bexiga causando infeção. As bactérias intestinais são frequentemente causadoras de infeção urinária, devido à proximidade entre o meato urinário e o ânus. As mulheres grávidas, sexualmente ativas ou na menopausa, são mais suscetíveis às infeções urinárias

5. Esclerose múltipla:

Classificada como doença auto-imune, a esclerose múltipla atinge muito menos homens que mulheres. Em uma proporção de uma mulher para cada quatro homens, a doença é caracterizada por lesões nos nervos que afetam a comunicação entre o cérebro e o resto do corpo e que podem causar comprometimento da coordenação motora, fadiga, dor e perda de visão.

A explicação mais aceita para que a enfermidade atinja principalmente as mulheres é justamente porque elas têm o sistema imunológico mais forte, o que poderia aumentar as chances do desenvolvimento de doenças auto-imunes.

Mousse de chocolate branco simples em 10 minutos

Já ouviu falar no mousse de chocolate branco? Se não conhece, venha conferir como fazer um simples mousse de chocolate branco! Além do mais, meu marido simplesmente ama chocolate branco! e por mais complicado que seja fazer receitas com esse ingrediente, sei que é uma forma de agradar o maridinho.

Sim, eu acho chocolate branco mais chatinho de trabalhar. pra derreter requer mais cuidado, fazer um ganache nunca fica com a textura igual a do chocolate preto e acho ele um tantinho mais gorduroso, o que muitas vezes influencia um tiquinho no resultado final.

mas essa receita… ahhhh como ficou maravilhosa! que textura incrível! super delicada, não dá vontade de parar de comer! sente o drama dessa textura! até o nosso amigo chef de cozinha ficou de cara com a minha receitinha. E como vocês sabem eu curto esse negócio de fazer receitas com poucos ingredientes né?? para essa receita, vamos fazer mágica com 3! Veja em seguida no Nutri Saúde como fazer um mousse de chocolate branco:

Como fazer mousse de chocolate branco:

Para preparar a mousse, você vai precisar dos seguintes ingredientes:

Ingredientes:

  • 200 g de chocolate branco;
  • 3 ovos;
  • ½ xícara (chá) de açúcar;
  • 1 lata de creme de leite (sem o soro).

Modo de preparo:

  • Antes de iniciar o preparo, deixe a lata de creme de leite por 10 minutos no congelador.
  • Ao refrigerar a lata, o soro separa do creme e fica mais fácil de escorrer.
  • Numa tábua, pique fino o chocolate e transfira para uma tigela de vidro grande, onde a musse será preparada.
  • Quebre um ovo por vez, numa tigela, separando a clara da gema. Transfira as claras para a tigela da batedeira e as gemas para outro recipiente.
  • Leve o chocolate para derreter no micro-ondas (em potência média) de 30 em 30 segundos – mexa nos intervalos para não queimar. Quando o chocolate estiver derretido, adicione as gemas e misture bem com um batedor de arame.
  • Para retirar o soro do creme de leite: tire a lata do freezer, vire de ponta cabeça e faça dois furos com o abridor; desvire sobre uma tigela e deixe o soro escorrer até parar de pingar (descarte ou use em outra preparação). Junte o creme de leite na mistura de chocolate e bata bem com o batedor de arame até formar um creme liso.
  • Bata as claras em neve: inicie em velocidade baixa; quando começar a espumar, aumente a velocidade; assim que as bolhas próximas à parede da tigela sumirem e o batedor formar marcas na clara, adicione o açúcar aos poucos. Bata por mais 3 minutos, até formar um merengue brilhante.
  • Junte ⅓ das claras em neve ao creme de chocolate e misture bem com o batedor. Incorpore o restante delicadamente com uma espátula, fazendo movimentos circulares de baixo para cima.
  • Transfira para a tigela onde a musse será servida e leve à geladeira por, no mínimo, 4 horas.

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7 Sinais de infecção por clamídia e como prevenir

Muitas pessoas com clamídia, mesmo sem apresentar sintomas, podem infectar outros indivíduos por contato sexual. Os sinais de infecção por clamídia incluem dor genital e secreção pela vagina ou pênis.

Além do mais, vamos admitir: muitas pessoas não pedem a seus parceiros que mostrem um atestado de saúde antes de fazer sexo (mesmo sexo desprotegido!). Algumas pessoas, especialmente adolescentes e jovens adultos, não têm restrições sobre a saúde íntima de seus parceiros.

Mas talvez devessem! Tais suposições sobre a saúde dos parceiros são exatamente o que leva à disseminação de várias DSTs. Uma dessas infecções é a clamídia. Acredita-se que essa seja a infecção bacteriana sexualmente transmissível mais comum.

Um de seus perigos está na falta de sintomas na maioria dos infectados. Se a infecção por clamídia não for tratada, pode levar a complicações graves, como danos irreversíveis ao sistema reprodutivo. Veja agora no Up Saúde alguns dos sinais de infecção por clamídia.

Sintomas e sinais de infecção por clamídia:

Como mencionamos acima, nem todas as pessoas infectadas com clamídia apresentam sintomas, especialmente no começo. Se os sintomas estiverem presentes, eles podem incluir os seguintes:

  • Nas mulheres: sangramento entre os ciclos menstruais e depois de sexo, menstruações dolorosas;
  • Nnas mulheres: corrimento vaginal que pode ter mau cheiro e cor amarela ou esverdeada;
  • Nas mulheres: coceira ou queimação na vulva;
  • Ambos os sexos: dor ao fazer xixi;
  • Ambos os sexos: dor no baixo ventre;
  • Ambos os sexos: febre;
  • Nos homens: dor no pênis, dor testicular.

A bactéria que causa a infecção, a Chlamydia trachomatis, também pode afetar o ânus e o reto, causando coceira, dor, sangramento e corrimento. Consulte o seu médico assim que puder se você tiver estes sintomas.

Quem corre maior risco de ter uma infecção por clamídia?

Algumas pessoas são mais propensas do que outras a serem infectadas com clamídia. Esses grupos incluem:

  • Pessoas que não usam preservativo;
  • Pessoas com múltiplos parceiros sexuais;
  • Pessoas com histórico pessoal de DSTs.

Quais complicações a infecção por clamídia pode causar?

A clamídia pode causar várias complicações, e a maioria delas é grave. Aqui estão algumas delas:

  • Em mulheres: doença inflamatória pélvica (DIP), que causa inflamação do útero e -tubas uterinas e pode até causar infertilidade;
  • Pneumonia e infecções oculares graves em bebês nascidos de mães infectadas;
  • Parto prematuro;
  • Nos homens: prostatite, uretrite, epididimite (inflamação dos tubos que transportam o esperma ao longo dos testículos).

Como diminuir o risco de se contagiar por clamídia:

A abstinência é uma maneira infalível de prevenir a infecção por clamídia. Para diminuir o risco, as seguintes medidas também podem ajudar:

  • Usar preservativos masculinos ou femininos;
  • Ter relações sexuais com apenas um parceiro;
  • Fazer exames regulares para clamídia e outras DSTs;
  • Não fazer duchas vaginais, já que elas podem desequilibrar a flora vaginal;

Gostaríamos também de mencionar algumas situações na qual você não vai se contaminar por clamídia. Elas incluem:

  • Sentar-se em uma privada usada anteriormente por alguém infectado;
  • Compartilhar uma sauna ou uma piscina com um indivíduo infectado;

Além desses, tocar em objetos que uma pessoa infectada tocou e estar perto de alguém infectado.

Coceira lá em baixo? Entenda as causas e como cuidar!

Sabe aquela coceira lá em baixo (coceira na vagina) indesejada e super chata onde você menos gostaria de estar sentindo coceira? Então, ela pode ter as mais diversas causas e, por mais que seja “normal” sentir uma coceirinha lá embaixo, é sempre bom saber os motivos! O prurido vaginal (aquela coceira) pode ser causado por coisas bem simples, como a própria menstruação, mas também pode ser um sintoma de algo muito mais agressivo para o seu corpo.

Nós criamos um guia prático para você identificar os motivos de sua coceirinha, mas lembre-se que quando se trata de sua melhor amiga, é sempre importante fazer uma visita ao médico. Veja agora no Up Saúde alguns das causas da coceira lá em baixo:

Causas da coceira lá em baixo:

Muitas vezes, a causa da coceira são as DST’s, uma doença causada pelo desequilíbrio dos fungos que, normalmente, habitam esta região. Outras causas características da coceira lá em baixo são:

1. Vaginose bacteriana:

Essa é com certeza a mais comum razão para a tão chata coceira. Pode ser causada por uma desregulação no pH da vagina ou um desequilíbrio das bactérias saudáveis do local. Geralmente vem acompanhado de um corrimento aquoso e com um pouco de odor.

2. Infecção por fungos:

Semelhante a vaginose bacteriana, a infecção por fungos. Causada pelos mais diversos motivos, desde estresse até mudanças na dieta, esse tipo de infecção vem acompanhada, além da coceira, de um corrimento branco e espesso.

3. Dermatite ao contato:

Essa coceira é causada por conta de uma alergia com produtos que foram encostados na pele sensível. Segundo estudos, produtos aromatizados, em maioria, são os responsáveis por essas irritações.

4. Eczema e psoríase:

São doenças genéticas da pele e normalmente se manifestam como vermelhidão e coceira na área da virilha.

5. DST’s:

Não precisamos nem falar que essas doenças são grandes causadoras desse tipo de coceira desagradável, não é verdade? Se você sente coceira junto de algum dos sintomas normais com esse tipo de doença, como ardência ao urinar, procure um médico imediatamente!

6. Líquen escleroso:

Junto a coceira, aparecem alguns pontinhos brancos na região da vulva. É necessário tratamento médico, assim como o diagnóstico de um profissional para tratar esse tipo de doença.

Como não ter mais coceira lá em baixo:

Para evitar a coceira na vagina, clitóris e grandes lábios é indicado:

  • Usar roupa íntima de algodão, evitando materiais sintéticos que não deixam a pele respirar, facilitando o crescimento de fungos;
  • Ter uma boa higiene íntima, lavando somente a região externa, com sabonete neutro, mesmo após o contato íntimo;
  • Evitar o uso de calças muito justas, para impedir a elevação da temperatura local;
  • Utilizar preservativo em todas as relações, para evitar a contaminação com as DSTs.

Estes cuidados ajudam também a aliviar a irritação local e a diminuir a coceira, quando já existe. É, ainda, recomendado evitar fazer uma alimentação com alimentos muito açucarados.

Sintomas do câncer de garganta e como preveni-lo

Os sintomas do câncer de garganta podem aparecer na boca, nos seios paranasais, no nariz ou na garganta e incluem ferida ou nódulo que não cicatriza, dor de garganta persistente, dificuldade para engolir e mudanças na voz.

Além do mais, o câncer de garganta começa nos órgãos que o ajudam a respirar, engolir e falar. Sua garganta é um tubo oco que começa atrás do nariz e termina no pescoço. Apenas metade dos cânceres se desenvolve na própria garganta.

Também pode começar na caixa de voz ou amígdalas. Este tipo de câncer de garganta é chamado de câncer de laringe. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, cerca de 0,3% das pessoas serão diagnosticadas com câncer de laringe em algum momento de suas vidas.

O ator Michael Douglas foi diagnosticado com câncer de garganta em 2010 e precisou passar por oito semanas de quimioterapia e radioterapia para combater esta grave doença. O câncer de garganta normalmente cresce de forma rápida, por isso é muito importante diagnosticá-lo a tempo.

Receber o tratamento em um estágio inicial fornecerá melhores chances de combater a doença. Veja agora no Up Saúde alguns dos sintomas do câncer de garganta.

Sinais e Sintomas do câncer de garganta:

Pode ser difícil detectar o câncer de garganta nos estágios iniciais. Os sintomas de alerta da doença podem incluir:

  • dificuldade para engolir;
  • mudanças na voz, como rouquidão;
  • dor de garganta ou tosse que não desaparece;
  • dor de cabeça;
  • perda de peso inexplicável;
  • gânglios linfáticos inchados;
  • sibilos;
  • dor de ouvido.

Se você notar algum desses sinais, consulte o seu médico o mais rápido possível. A maioria dos sintomas não é específica ao câncer de garganta, por isso seu médico tentará encontrar causas mais comuns inicialmente.

Fatores de risco do câncer de garganta:

Existem certos fatores que podem aumentar o risco do câncer de garganta. Eles incluem os seguintes:

  • consumo de tabaco, incluindo mastigar e fumar;
  • abuso de álcool;
  • um vírus chamado papilomavírus humano (HPV);
  • gênero: homens são cinco vezes mais propensos a desenvolvê-lo do que as mulheres;
  • idade: a maioria dos casos de câncer de garganta ocorre em pessoas com mais de 65 anos e idade;
  • exposição química, incluindo vazamentos de níquel, amianto e ácido sulfúrico.

Como prevenir o câncer de garganta:

Infelizmente, não existe uma maneira comprovada de se proteger contra o câncer de garganta. Mas você pode reduzir o risco tomando medidas simples:

  • Não fume. Se você fuma, pare. Parar de fumar pode ser muito difícil, mas seu médico pode ajudar. Existem várias estratégias eficazes para parar de fumar, basta escolher a melhor para você. Em alguns casos, seu médico pode recomendar medicamentos e terapia de reposição de nicotina.
  • Consuma álcool com moderação. Homens saudáveis ​​não devem beber mais do que duas bebidas por dia, e as mulheres não devem consumir mais do que uma bebida por dia.
  • Mantenha uma dieta saudável, repleta de frutas e vegetais. As vitaminas e antioxidantes podem reduzir o risco de câncer de garganta. Seja fisicamente ativo e tome medidas para perder o excesso de peso.
  • Proteja-se do HPV. Certos cânceres de garganta estão ligados ao papilomavírus humano. Limite o número de parceiros sexuais e pratique sexo seguro.

O câncer de garganta é uma doença grave, mas, se diagnosticado cedo, possui alta taxa de cura. Em alguns casos, o câncer de garganta não é curável, mas o tratamento adequado pode retardar a progressão dessa condição.

5 Sintomas associados a menstruação que não são normais

Nosso corpo tem um jeito de avisar quando as coisas não estão certas. Normalmente, o que as pessoas notam é uma diferença na forma regular como o corpo funciona. Dores de cabeça repentinas e dores no estômago, por exemplo, chamam nossa atenção rapidamente.

Isso também é verdade quando se trata de nossos períodos menstruais. Nós os temos há anos, por isso é seguro dizer que estamos sintonizadas com quaisquer mudanças ou irregularidades.

Mas o que essas mudanças em nossos processos menstruais podem significar? Veja agora no Up Saúde alguns dos sintomas associados a menstruação que não são normais.

Sintomas associados a menstruação que não são normais:

1. Cólica intensa:

Desconforto leve é ​​normal durante o período menstrual, mas sofrer de cólicas intensas e debilitantes não deve ser algo com o qual você simplesmente aprende a viver. Existem alguns remédios que devem ajudar, mas se eles não surtirem efeito, é hora de consultar um médico.

Algumas condições, como endometriose e doença inflamatória pélvica, podem causar cólicas menstruais. Considerando o fato de que a endometriose também pode levar a problemas de fertilidade, é importante investigar as cólicas a fundo.

2. Coágulos sanguíneos:

Normalmente, o seu sangue menstrual deve fluir facilmente e os coágulos grandes não são normais. Sim, você pode notar pequenos coágulos de vez em quando, mas, quando são maiores em tamanho, eles não devem ser ignorados.

Por um lado, grandes coágulos podem ficar presos dentro da abertura do útero e obstruir a área, e isso pode causar doenças graves. Além disso, quando seus coágulos são maiores que 2,5 cm, e você percebe isso com frequência, eles podem ser um sintoma de miomas.

3. Sangramento intenso:

Se você está sangrando tanto que você está usando mais de cinco absorventes externos ou internos por dia e o sangue for de uma consistência espessa, então você deve procurar um médico. Esta condição pode ser causada por desequilíbrio hormonal e alguns outros problemas.

4. Escapes:

Os escapes referem-se a um sangramento leve quando você não está no período menstrual. Isso pode acontecer por vários motivos. Seu corpo pode estar reagindo ao estresse. Mas também pode significar problemas mais graves, como miomas uterinos, uma infecção ou complicação na gravidez.

5. Dor aguda na parte inferior das costas:

Muitas mulheres sofrem dores nas costas durante a menstruação, mas quando esta dor é severamente paralisante, ela deve ser investigada. Se você tiver dores nas costas, juntamente com outros sintomas, como dor pélvica, isso pode ser um sinal de problemas mais sérios, como endometriose ou cistos.

8 Sintomas do câncer de pulmão e como prevenir

Os sintomas do câncer de pulmão incluem tosse (muitas vezes com sangue), dor no peito, sibilo e perda de peso. Geralmente, esses sintomas aparecem apenas nas fases mais avançadas do câncer. Além do mais, o câncer de pulmão é o segundo tipo de câncer que mais afetas os homens. Essa doença representa 13% de todos os novos casos de câncer nos Estados Unidos e é um dos que têm a taxa de mortalidade mais alta, juntamente com o câncer de pâncreas.

É redundante dizer que um dos fatores que mais favorecem o aparecimento da doença é o hábito de fumar. Mas há outros pontos a serem observados, como o histórico familiar e trabalhar em lugares onde haja a exposição a substâncias químicas cancerígenas. Porém, 9 entre 10 casos de pacientes com câncer de pulmão acontecem entre fumantes.

Assim como muitos outros tipos de câncer, o de pulmão não mostra sintomas até os estágios mais avançados da doença. Quando detectado precocemente, isso geralmente acontece durante exames de rotina e raio X do pulmão. Nesse caso, há grandes chances de ser curado. Confira no Up Saúde os sintomas do câncer de pulmão.

Sintomas do câncer no pulmão:

Como já mencionamos, a doença dificilmente dá sinais e sintomas de existência durante as fases iniciais, mas, conforme vai progredindo, podem aparecer:

  • tosse persistente;
  • tosse com sangue;
  • falta de ar;
  • chiado;
  • dor no peito ao respirar profundamente, tossir ou rir;
    rouquidão;
  • sensação de fraqueza e cansaço;
  • perda de apetite.

Procure imediatamente um médico caso estes sintomas apareçam. Pode não ser nada grave, mas é necessário que haja a avaliação de um profissional especializado.

Fatores que aumentam as chances de ter a doença:

Há diversos fatores que reconhecidamente podem aumentar as chances de desenvolver o problema. Eles são os seguintes:

  • viver em área afetada pela poluição industrial (comum em países em desenvolvimento);
    idade avançada – a média dos diagnósticos é feita aos 70 anos;
  • ser portador de alguma doença respiratória crônica, tal como enfisema ou bronquite;
  • fumar – quanto mais você fumar, maiores as chances de padecer da doença;
  • exposição no local de trabalho à fumaça do diesel e de outros químicos perigosos;
  • ter parentes próximos que tiveram câncer de pulmão;
  • exposição à fumaça do cigarro;
  • exposição à radiação;
  • exposição ao amianto.

Como diminuir as chances de desenvolver a doença:

A coisa mais importante que você pode fazer é não fumar. Se você é fumante e acha muito difícil parar, pergunte ao seu médico sobre métodos que possam te ajudar. Mesmo que você tenha fumado por muito tempo, essa atitude irá diminuir bastante as chances de que você tenha a doença. Outras medidas que você pode tomar para diminuir os riscos:

  • evitar a exposição à fumaça do cigarro e insistir para que as pessoas que moram com você parem de fumar;
  • tomar as precauções necessárias para não se expor a substâncias perigosas no ambiente de trabalho;
  • checar se não há a presença de amianto em sua casa;

Além disso, ter uma dieta saudável, rica em frutas e vegetais, e se exercitar regularmente para melhorar a saúde em geral e reduzir o risco de padecer de câncer e de outras doenças.

Sintomas da pré-menopausa que nenhuma mulher deveria ignorar

Quando falamos em sintomas da pré-menopausa, algumas pessoas podem encará-la como um problema de saúde. Mas a verdade é que pré-menopausa não é doença e também não precisa ser encarada com sofrimento.

A palavra pré-menopausa define a última menstruação da mulher. O que vem antes dela é o famoso climatério – aquele período marcado por calores repentinos, alterações de humor, desregulação hormonal etc – e que costuma durar cerca de um ano até que a menstruação cesse de vez.

Só isso? Sim. Tanto a menarca quanto a pré-menopausa fazem parte da vida de toda mulher, são acontecimentos totalmente normais e esperados e tampouco indicam que você “está ficando velha”.

Além disso, chegar aos 40 anos traz muitas mudanças físicas para o corpo da mulher. Ao contrário do que pensam muitas pessoas, não é efetivamente a menopausa que traz as primeiras mudanças, mas sim a pré-menopausa.

Este período transacional, que pode ter início entre os 35 e os 50 anos, é um processo gradual e diferente em cada mulher. Cada uma vivencia de uma forma, já que o início do processo depende de quando houve a menarca.

Segundo os especialistas, cada uma de nós já nasce com este ciclo definido, assim como a quantidade de óvulos que produziremos durante nossa vida fértil.

Antes de as funções hormonais começarem a cair, apresentamos um declínio das funções reprodutivas.

Durante esta fase aparecem as primeiras mudanças endocrinológicas que se manifestam de diversas maneiras, entre elas o desajuste do ciclo menstrual: sangramento excessivo e irregular e longos períodos entre uma menstruação e outra.

Isso é devido à queda da fertilidade e da produção de ovócitos, que desencadeia um conjunto de sintomas que incluem transtornos relacionados ao sono e à sensação de sufocamento.

Além disso, a queda na produção dos hormônios acarreta a queda de cabelo, ressecamento da pele e mudanças no estado de ânimo e na libido. Algumas relatam passar por uma ansiedade profunda, tristeza e irritação.

Cansaço extremo e dificuldade para se concentrar também são relatados, sem que para isso haja alguma razão clara. Podem também surgir infecções urinárias e outros problemas nas zonas íntimas.

O sistema ósseo também acaba sendo prejudicado, já que os ossos perdem massa e ficam mais frágeis. Uma das perguntas que as mulheres mais fazem é se durante esta etapa é possível ficar grávida.

A resposta dos médicos costuma ser positiva. Em outras palavras, há ovulação e a maioria continua menstruando, mesmo que de forma irregular.

Outra dúvida bastante comum é quanto tempo dura este período de transição até que a menopausa seja efetiva. O certo é que nenhum médico pode estabelecer isso com certeza.

Considera-se que este período transacional pode durar de 2 a 4 anos; entretanto, algumas mulheres só passam por ele alguns meses e outras ficam nesta etapa por até 10 anos.

Sintomas da Pré-menopausa:

Os sinais e sintomas característicos da pré-menopausa:

  • Inicialmente há um encurtamento do ciclo menstrual que passa de 28 para 26 dias, por exemplo;
  • Posteriormente há maior intervalo entre as menstruações;
  • Pode eventualmente ocorrer uma menstruação abundante;
  • Irritabilidade;
  • Insônia,
  • Diminuição do desejo sexual.

Para o diagnóstico da pré-menopausa o médico ginecologista poderá indicar a realização de um exame de sangue que verifica os níveis de FSH, que deverá ser realizado em 2 ou 3 dias diferentes. Quanto mais elevado estiver este valor, mas perto a mulher está da menopausa.

Como tratar a pré-menopausa:

  1. Mantenha uma dieta balanceada, baixa em gorduras e rica em fibras e antioxidantes.
  2. Pratique exercícios físicos e de relaxamento.
  3. Consuma produtos naturais para manter o equilíbrio hormonal.
  4. Em caso de indicação médica, ingira ácidos graxos essenciais, aminoácidos e outros componentes.
  5. Para aliviar alguns sintomas, pode haver a indicação de anticoncepcionais orais.

É importante ter em mente que cada mulher vive esta etapa de maneira diferente e não há regras. Por isso, o tratamento deve ser indicado por um especialista que tenha em consideração as peculiaridades de cada paciente.